• Quem somos

    A Convenção Batista Paraibana é uma organização religiosa, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro na Cidade de João Pessoa, Capital do Estado da Paraíba, fundada em 1924, por tempo indeterminado, constituída das igrejas batistas estabelecidas no território do Estado da Paraíba e a ela filiadas.

    A Convenção é a entidade que representa as igrejas batistas na Paraíba a ela afiliadas assessorando-as na obra da evangelização, missões, ação social, educação e literatura cristã.

    MISSÃO

    Promover a integração das Igrejas Batistas Paraibanas através da cooperação mútua, auxiliando-as a cumprir sua missão integral, para Expansão do Reino de Deus.

    VISÃO

    Ser, até 2014, referencial de Convenção denominacional onde as igrejas arroladas participam plenamente em um único programa missionário estadual efetivo.

    Executivos:

    Secretário Geral:
    Pr. Ednaldo Tavares

    Secretário da CEM – Evangelismo e Missões:
    Pr. Robério Soares

    Secretário da CETEC – Ed.Teológica:
    Pr. Josué Peixoto

    Secretária da CAS – Ação Social:
    Profª. Luzauri Bezerra

    DIRETORIA

    PRESIDENTE:
    Pr. Eli Guilherme da Silva;

    1º VICE-PRESIDENTE:
    Pr. Sebastião Laurindo dos
    Santos;

    2º VICE-PRESIDENTE:
    Pr. Francimar Gomes de Moura

    1ª SECRETÁRIA:
    Mis. Olívia Venancia dos Santos Souza Coelho;

    2º SECRETÁRIO:
    Pr. Linaldo de Souza Guerra;

    3ª SECRETÁRIA:
    Mis. Valéria Maria de Melo Silva

    Organizações:

    OPPB – Odem dos Pastores
    Presidente: Djair Rufino

    UHB – União de Homens
    Presidente: Dc.Leomax Fernanndes
    Executivo: Dc.Waldemar Monteiro

    UFMB – União Feminina
    Presidente: Ir. Josileide Ferreira
    Executivo: Ir. Solange Monteiro

    JUBAIBA – Juventude Batista da Paraíba
    Presidente: Emanuela Monteiro
    Executivo: Igor Pessoa

Estamos todos juntos nisso!

Não é difícil perceber que há um grande desequilíbrio e que as coisas não estão bem…

E isso tem afetado os lares porque, se parar pra pensar, nesse exato momento, tem uma geração que se diverte assistindo a reality shows na TV, que para ser honesta, de real não tem nada! Enquanto isso, uma criança está sendo prostituída a portas fechadas… Tendo sua inocência roubada.

Não é justo que nós possamos consumir qualquer oferta material a nossa frente, enquanto o órfão e a viúva são excluídos de qualquer dignidade de vida!

Porque eles são vítimas de um conflito que simplesmente não é deles!

Não é justo que uma geração esteja aumentando o seu quadro de obesidade, enquanto que diariamente 30 milhões de pessoas morrem por falta do que comer!

Não é justo que não vejamos problemas em pagar por uma água de torneira filtrada em uma garrafa com rótulo bacana, enquanto existem comunidades inteiras que sofrem com doenças porque a única água que eles têm acesso é parada e poluída!

Não é justo que podemos cantar, pular e dançar em liberdade ao mesmo tempo em que os escravos permanecem cativos fora de nossas vistas, fora dos nossos pensamentos!

Não é justo que possamos sentar e assistir o noticiário da noite no conforto de nossas salas, e sentir pena daqueles que sofreram por causa de uma tempestade, um terremoto ou uma enchente. E então mudamos de canal para assistir alguma novela…

É justo passarmos por um sem-teto e não lhe darmos nada com a desculpa que ele irá gastar tudo com bebidas ou cigarros, ou mandá-lo levantar e arrumar um emprego.

Quem somos nós para julgar o alcoólatra ou a prostituta? O viciado ou o criminoso, como se fôssemos melhores do que eles? Quem somos nós para esquecer o injustiçado, o oprimido ou o marginalizado? Enquanto corremos atrás dos nossos próprios sonhos?

Nós vemos esse desequilíbrio e pensamos: “Cara, isso não tá certo! Isso não é justo!”

Mas permanecemos alheios a tudo isso. Porque para nós, fazer alguma coisa nos trará algum custo. E se é assim que tudo termina, então talvez seja justo afirmar que quando ignoramos a prostituição infantil, estamos na verdade emprestando a nossa mão para seu abuso. Quando ignoramos o órfão ou a viúva em seus sofrimentos, na verdade estamos acrescentando-lhes dores!

Quando ignoramos o escravo que permanece cativo, somos nós que o estamos escravizando! Quando nós nos esquecemos do refugiado, somos nós que o desabrigamos! Quando decidimos não ajudar o pobre e o necessitado, estamos roubando-lhes!

Talvez a única coisa justa a dizer é que, quando esquecemos o que os mandamentos dizem sobre isso, ESTAMOS ABANDONANDO OS NOSSOS!

Extraído do Documentário “A Revolução do Coração”
Hillsong United
Via Kênia Siqueira

Nova classificação de países por perseguição

A Portas Abertas divulgou neste mês a lista dos 50 países que foram mais intolerantes ao cristianismo em 2009. A lista é feita a partir de um questionário de 50 perguntas, desenvolvido especificamente para cobrir os diversos aspectos da liberdade religiosa. Uma pontuação é dada de acordo com cada resposta. O número total de pontos determina a posição de cada país na Classificação.

Os dez primeiros
Na primeira posição da Classificação de países por perseguição de 2010 está novamente a Coreia do Norte. No país, atividades religiosas são consideradas uma afronta aos princípios socialistas que imperam. O país ocupa a primeira posição da lista, como o lugar mais intolerante ao cristianismo, desde 2002.

Em 2010, o Irã assumiu o 2º lugar, tomando a posição que a Arábia Saudita ocupou durante oito anos. O reino saudita foi para a 3ª colocação. Apesar de ter descido uma posição, a opressão à Igreja no país não mudou – o fato foi que a perseguição no Irã se tornou mais intensa do que na Arábia Saudita.

A Somália subiu para a 4ª posição como consequência dos ataques que a pequena comunidade cristã sofreu durante o ano. O islamismo é imposto por grupos terroristas no país, e os seguidores de Cristo têm de praticar sua fé em segredo.

O islamismo também é a religião oficial nas Maldivas, Afeganistão, Iêmen e Mauritânia, países que ocupam o 5º, 6º, 7º, e 8º lugar, respectivamente.

A Mauritânia é nova entre os dez primeiros. Ao longo de 2009, a situação no país deteriorou gravemente. Em junho, um agente de ajuda humanitária cristão foi assassinado. No mês seguinte, 35 cristãos mauritanos foram presos e torturados, e, em agosto, 150 cristãos da região foram presos.

O Laos caiu da 8ª para a 9ª posição, mas não houve melhora na situação da liberdade religiosa no país. A atitude do governo quanto à Igreja é negativa e restritiva, e os cristãos vivem sob vigilância, pois são considerados agentes ocidentais encarregados de transformar o país em uma democracia. Mas, apesar disso, a Igreja laosiana continua a crescer.

A liberdade religiosa no Uzbequistão, que permanece na 10ª posição, piorou ao longo de 2009. Muitos cristãos foram presos, multados, interrogados e submetidos a abusos físico e mental. Os familiares de convertidos ao cristianismo geralmente usam de força bruta para fazê-los voltar ao islamismo.

Fonte=http://solomon1.com/a/2010/03/nova-classificacao-de-paises-por-perseguicao/

O Culto deve ser Divertido?

Hebreus 10.24,25 – “E consideremos uns aos outros para nos incentivarmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.”

Mais de uma vez ouvi cristãos afirmando que o culto deve ser divertido, ou agirem como se eles tivessem uma responsabilidade de provar que os cristãos sabiam como “curtir” na igreja. Sempre me senti desconfortável com essa conexão, então comecei a pensar sobre o lugar da “diversão” no culto, e se isso realmente existe. Gostaria de tratar a questão respondendo como eu a fiz, e então considerando duas maneiras pelas quais ela pode ser reescrita.

O culto deve ser divertido? Se tomarmos o testemunho exaustivo da Escritura, a resposta poderia ser um ressoante NÃO. “Diversão” não parece caracterizar muitas das cenas onde o povo encontra Deus na Bíblia. Somos ensinados a adorar a Deus com reverência e respeito, pois ele é fogo consumidor (Hb 12.28-29). Ter “diversão” nunca deveria ser nosso motivo principal quando nos reunimos. Nosso alvo é lembrar a grandeza de Deus, apresentar nossas petições diante dele, e agradecê-lo por suas misericórdias abundantes em Jesus Cristo. Celebração certamente deve ser incluída nisso, mas existem também momentos em que adorar a Deus produz temor, lágrimas de arrependimento, e um profundo silêncio.

Mas, deixe-me refazer a questão. O culto pode ser divertido? Depende de como definimos “diversão”. Eu sei que alguns de vocês não acreditam que eu esteja realmente levando em consideração essa ideia. E é possível que ganhe alguns comentários a esse respeito. Mas acredite: não estou tentando ser leviano. De fato, estou, no momento, na conferência de pastores de John Piper e, na última noite, ouvi uma mensagem de R.C. Sproul sobre a santidade de Deus em Isaías 6. Foi poderosa, convincente e sóbria. Adoramos a um Deus santo.

Se “diversão” for definida como uma atividade leve, sem propósito ou significado, estritamente a fim de entreter, então a resposta a “o culto pode ser divertido” deve certamente ser não. Quando adoramos a Deus juntos, não estamos procurando ser meramente entretidos ou momentaneamente distraídos dos cuidados deste mundo. Recreação não é o mesmo que adoração. Nossa alegria e prazer devem estar sempre fundamentados e formados pelos atos, natureza e atributos de Deus.

Entretanto, quando procuro por “diversão” em meu dicionário, o primeiro significado é “agradável”. Se estamos perguntando “adorar a Deus pode ser agradável?” então certamente a resposta deve ser sim. Isaías 6 não é o único capítulo da Escritura que descreve como nos relacionamos com Deus. Houve inúmeras vezes em que estive liderando o culto ou cantando como parte da congregação e pensei “eu amo fazer isso!”. O prazer inundou minha alma, e eu pude legitimamente dizer que eu estava tendo “diversão”!

Talvez isso seja semelhante ao que os israelitas experimentaram em 2 Crônicas 30. Eles estavam gostando tanto de celebrar a Festa dos Pães Asmos por sete dias que Ezequias e o povo espontaneamente decidiram manter a festa por mais sete dias (2 Cr 30.22,23)! Deve ter sido uma bela celebração! Em outra ocasião, Esdras e os sacerdotes disseram ao povo para que não se entristecessem ou chorassem porque aquele dia era “consagrado ao Senhor”, e que a alegria do Senhor era a força deles (Ne 8.9,10). Santidade e alegria não são necessariamente exclusivas.

Quando meus filhos estavam crescendo, eu queria que eles desejassem cantar músicas de louvor, e não vissem o relacionamento com Deus como algo que era apenas sério, sóbrio e solene. Afinal de contas, cantar ao Senhor deveria ser prazeroso (Sl 135.3; Sl 147.1). Davi dançou na presença do Senhor com toda sua força enquanto trazia a arca de volta a Jerusalém (2 Sm 6.12-15). O Salmista alegrou-se quando lhe disseram: “Vamos à casa do Senhor!” (Sl 122.1). Então, sim, quando definido como prazer, e não visto como o único aspecto do culto, adorar a Deus pode ser muito “divertido”. As pessoas não deveriam achar nossas reuniões sombrias ou sem vida. Sorrisos e mesmo risadas deveriam fluir enquanto consideramos quão bom, misericordioso e gracioso Deus tem sido a nós (Sl 126.2)!

Mas, deixe-me reescrever a questão mais uma vez, para expandir a aplicação. “Nossa diversão deveria ser um culto”? Bem, agora a resposta deve ser certamente “sim”. Somos ensinados em 1 Co 10.31 que quer comamos ou bebamos ou façamos qualquer coisa, façamos tudo para a glória de Deus. Ao invés de enfocar ou fazer a nossa adoração corporativa divertida, deveríamos dedicar mais tempo tendo certeza de que nossa “diversão” é adoração.

Aqui estão algumas questões que podem nos levar nessa direção:

Eu escolho uma atividade divertida porque não há nada mais para fazer ou porque eu creio que de alguma forma ela levará ao crescimento do meu amor pelo Senhor?

Quando eu jogo algo, participo de esportes ou me dedico a um hobby, minha atitude demonstra o fruto do Espírito?

Quando eu saio com um grupo de amigos, estou apenas procurando divertir-me, ou glorificar a Deus através de encorajamento, luta contra o pecado e serviço a eles?

As atividades que eu considero “divertidas” aumentam minhas afeições pelo Senhor ou a diluem?

Eu enxergo meu tempo livre como pertencente a mim ou ao Senhor?

A diversão que o mundo oferece é insatisfatória, enganosa e temporária. Não vamos idolatrá-la ou cair por causa dela. Como cristãos, podemos desfrutar de atividades divertidas sem acreditar que elas são as raízes de nossa alegria. A diversão, alegria, prazer e celebração que experimentamos quando adoramos a Deus é maior que o mundo poderá conhecer, porque a raiz dela é saber que somos completamente perdoados através do sacrifício substitutivo de Jesus Cristo. Nossa alegria está no próprio Deus. Seríamos tolos de procurá-la em outro lugar.

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Texto original aqui

COMO É FUGAZ A FORÇA DO PODER


O helicóptero voa de uma cidade para outra levando o presidente da República. Enquanto ele for o titular do Planalto, esta será a rotina.
Sabe-se que o presidente Fernando Collor de Mello, quando perdeu o poder, pediu ao comandante do helicóptero que o levava para sobrevoar Brasília, numa forma de solene despedida da cidade (e do poder).
O piloto respondeu que não havia combustível.
Naquele momento, a perda do poder saiu do noticiário para entrar no coração do ex-presidente. Agora, teria que abrir as próprias portas, carregar as próprias malas, pagar as próprias contas.
Ás vezes, nos sentimos presidentes por causa de um trabalho bem feito, de um elogio, de uma função que coordena outras pessoas ou até mesmo de um ego inflado.
Então, devemos nos lembrar que amanhã não seremos mais presidentes. A sombra sucederá os holofotes. O transporte coletivo tomará o lugar do helicóptero exclusivo. O anonimato voltará a imperar.
É por isto que tantas pessoas se apegam ao poder, por menor que seja.

Desejo-lhe um
BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo

Batistas Paraibanos na 90ª Assembléia da CBB em Cuiabá-MT.



Tema “O aperfeiçoamento dos santos na obra da evangelização”

Divisa “Fiel é esta palavra, e quero que a proclames com firmeza para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras. Essas coisas são boas e proveitosas aos homens.” (Tito 3.8)

A nossa Paraíba esteve bem representada na 90ª Assembléia Anual da Convenção Batista Brasileira, que se realizou de 22 a 26 de janeiro em Cuiabá-MT, lá estiveram presentes o Pr. Ednaldo Tavares e Naibel; Pr Eli Guilherme e Essiloania; Pr Francimar Gomes e Elane; Pr Djair Rufino e Diana; Pr José Pires e Adalgiza; Pr José Francisco e Cristina; Pr Sebastião Tavares; Pr Gláucio Lourenço; Prª Diana Flávia; Diaconisa Ruth Guedes; as irmãs Salete e Daniele Farias, e Josenice.

Dentre as decisões tomadas na Assembléia da Ordem dos Pastores, destacamos o assunto referente à Ordenação Feminina, o que ficou definido foi que Pastoras ordenadas até o ano de 2002 receberão a Carteira da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil. O que vem beneficiar algumas pastoras que atuam em nosso campo.

Outra novidade é sobre a representação da Paraíba com uma cadeira no Conselho Geral da Convenção Batista Brasileira, trata-se do nosso 2º Vice-Presidente, o Pr. Francimar Gomes Moura, eleito nesta Assembléia da CBB.

Em 2014 a Assembléia da CBB será na nossa Paraíba, já estamos nos preparando, será um grande momento de celebração dos Batistas de todo o Brasil, contamos com as suas orações!

Tema 2010:

A Sutil Ofensiva Neoliberal !

Os adversários terrenos mais perigosos para o Evangelho não são os ateístas furiosos do lado de fora gritando ameaças e insultos. São os líderes de igreja que cultivam um comportamento gentil, amigável e piedoso, mas que destroem os fundamentos da fé sob o pretexto de manter-se atualizados com um mundo em mudanças.

Nenhum cristão deveria imaginar que uma heresia é sempre visível ou que todo divulgador de engano teológico apresentará seus objetivos em termos claros e honestos. O inimigo prefere semear o joio secretamente, por razões óbvias. Portanto, a Escritura expressamente nos avisa a estar de guarda contra falsos mestres que se infiltram na igreja desapercebidos (Judas 4), lobos que sorrateiramente entram no rebanho vestindo peles de cordeiro (Mt 7.15), e servos de Satanás que se disfarçam de anjos de luz (2 Co 11.13-15).

O liberalismo teológico é particularmente dependente da ofensiva sutil. Uma igreja espiritualmente saudável geralmente não é suscetível ao ceticismo arrogante que repousa na rejeição liberal da autoridade bíblica. O liberalismo deve, portanto, criar raízes disfarçadamente e ganhar força e influência gradualmente. O sucesso ou o fracasso de todos os objetivos liberais depende de uma paciente campanha de relações públicas.

Isso é precisamente como os neoliberais conseguiram obter um lugar dentro do movimento evangélico contemporâneo. Considere o quanto o evangelicalismo mudou em apenas algumas poucas décadas.

O Evangelicalismo histórico tem dois distintivos claros. Um é o compromisso com a inspiração e a autoridade das Escrituras. O outro é a convicção de que a mensagem do Evangelho é clara e não-negociável.

Especificamente, os evangélicos entendem o Evangelho como o anúncio do que Cristo fez para salvar pecadores, redimir a raça caída de Adão, e levar os crentes ao seu Reino eterno. O Evangelho não é uma ordem para que pecadores salvem a si mesmos, redimam a humanidade, recuperem a dignidade humana, guardem a diversidade cultural, preservem o meio-ambiente, eliminem a pobreza, estabeleçam um reino de si próprios, ou apoiem qualquer conceito social de “salvação” que seja popular no momento. Na verdade, o Evangelho expressamente ensina que pecadores podem ser justificados unicamente pela fé em Cristo somente, e exclusivamente por sua obra graciosa – não devido a algum mérito que eles garantem por si mesmos.

A Reforma Protestante esclareceu e iluminou esses dois princípios – sola Scripturasola fide. De fato, esses são algumas vezes conhecidos como os princípios formais e materiais da Reforma. Mas eles não eram ideias novas que alguém sonhou em meio ao clima do século XVI. Eles são e sempre foram os princípios essenciais do Cristianismo bíblico. Ao longo da história da igreja, essas verdades frequentemente foram encobertas ou distorcidas, ou misturadas com (algumas vezes vencidas por) falsos ensinos. Ainda assim, desde o tempo de Cristo e dos apóstolos, essas verdades nunca foram totalmente silenciadas. Elas são, de fato, a coluna da doutrina do Novo Testamento.

O evangelicalismo histórico levou muito sério isto. Desde o amanhecer da Reforma até o a metade do século XX, poucos evangélicos sequer pensaram em questionar a Escritura ou modificar o Evangelho.

Com o advento do movimento seeker-sensitive¹, entretanto, os evangélicos começaram a ser influenciados por uma nova espécie de líderes empresariais, que marginalizaram essas doutrinas centrais ao negligenciá-las. A maioria deles não negouabertamente as verdades bíblicas; porém, eles também não defendem nem enfatizam nada senão sua própria metodologia.

Os resultados são previsíveis: igrejas agora estão cheias de pessoas que anteriormente não a frequentavam, mas que ainda não foram discipuladas e, talvez, nem mesmo convertidas. Multidões de crianças criadas com a doce dieta da religião seeker-sensitive cresceram associando o rótulo evangélico com superficialidade. Muitas delas não são capazes de explicar o que o termo originalmente significava, e rejeitaram qualquer vestígio de distintivos evangélicos ou declarações doutrinárias que seus pais possam ter sustentado até então. Mas elas ainda se chamam de evangélicas quando é conveniente, e muitos permanecem à margem do movimento visível, reclamando de quão distante a igreja está de sua geração. Isso, afinal, é exatamente o que elas aprenderam de seus pais.

Esse é um terreno fértil para o liberalismo florescer ao máximo, e é precisamente o que já está acontecendo. Os evangélicos estão alegremente seguindo uma quantidade de tendências que contribuem com os objetivos neoliberais. A não ser que um remanescente fiel comece a reconhecer e resistir à estratégia neoliberal, as igrejas e instituições evangélicas eventualmente se renderão ao advento do liberalismo, assim como muitas das denominações mais importantes fizeram há um século.

Para ajudá-lo a enfrentar a corrente, aqui estão quatro tendências principais na cultura de hoje que os líderes neoliberais estão promovendo e aproveitando:

  1. Eles inconsequentemente seguem o zeitgeist².
  2. Eles querem a admiração do mundo a qualquer custo.
  3. Sua “fé” vem com um ar de superioridade intelectual.
  4. Eles desprezam a precisão bíblica e doutrinária.

[Continua na segunda-feira, quando Phil Johnson expõe as 4 tendências neoliberais que ameaçam a Igreja]

¹ Movimento que propõe que os cultos sejam voltados para os visitantes incrédulos, pregando apenas o que é considerado “necessidade” para essas pessoas, e  de maneira que eles não se ofendam com a mensagem pregada.
² Termo que significa “o espírito da época”, isto é, a maneira de pensar, a cosmovisão de determinada época.

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Texto original aqui

Coração Rebelde

Coração Acorrentado

Pergunta: (a)  O que você pode fazer, se é que  algo pode ser feito, com a “rebelião do coração’? (b) Você é tentado, testado e experimentado – você  quer se arrepender, mas seu coração não quer!

A pessoa descrita na pergunta, evidentemente, não apenas foi “tentada, testada e experimentada”, mas também cometeu pecado. Ou seja, ele ou ela não apenas foi tentado, mas rendeu-se à tentação. De outra forma, não haveria nada de que se “arrepender”. Então a pergunta básica é: o que você faz quando você pecou e você quer se arrepender, mas seu coração não quer? (Enquanto discutimos essa questão, lembre o que “arrependimento” significa. Não é apenas sentir-se mal por seu pecado, mas realmente abandoná-lo e achegar-se a Cristo, assim parando de cometer o pecado.)

Bem, todos nós já tivemos essa sensação às vezes: nós gostaríamos de mudar, mas algo em nós, parece, não quer mudar junto conosco. Nós pensamos nisso como se fosse um carro com problemas: o carro quer andar, mas algo dentro dele, digamos, o carburador, não está funcionando direito, então ele não se mexe. Ou uma pessoa com dificuldades: Alice adoraria jogar tênis, mas as costas dela não deixam ela fazer isso. É assim que se parece, frequentemente, quando nós cometemos pecado. Nós gostaríamos de parar, mas algo em nós (a pessoa que faz a pergunta chama isso de “coração”) não nos deixa parar.

Mas veja só: O “coração”, nas escrituras, não é como um carburador defeituoso dentro de um carro, nem como dor nas costas tornando o corpo de alguém mais lento. O coração (no sentido religioso, é claro, não o órgão físico) é a pessoa no nível mais profundo – o que ele ou ela realmente é. Meu coração sou eu. Seu coração é você. “Rebelião do coração”, então, é rebelião da pessoa. É a minha rebelião e a sua.

Então o coração não é algo dentro de nós que, contrariando nossas melhores intenções, não quer funcionar direito. Um coração rebelde significa que nossas intenções não são boas. Ter um coração rebelde significa nada mais nada menos que isso: nós queremos pecar. A figura de uma “parte” quebrada dentro de nós é uma figura ruim e perigosa, porque é uma forma de dar uma desculpa pelo pecado: “Não sou eu o culpado”, nós pensamos; “esta parte quebrada é que é culpada”. Mas nós é quedevemos ser culpados, nós somos responsáveis.

Mas há momentos em que nos sentimos como a pessoa descrita na pergunta: como se nós quiséssemos arrepender, mas não conseguíssemos. Nesses momentos, entretanto, acredito que o verdadeiro problema é mais assim: nós queremos o arrependimento, mas não queremos o suficiente. Nós queremos arrependimento, mas também gostamos do pecado. Nós queremos parar mas, inconsistentemente, nós também queremos continuar pecando. Esta é uma forma mais bíblica de colocar a questão: não um “eu não consigo” mas um “eu não vou”.[1] Desse jeito, aceitamos a responsabilidade em vez de colocá-la em algum “carburador”.

E então, depois de aceitarmos a responsabilidade, o que nós fazemos a respeito? Arrependemo-nos, é claro! Pare de dizer “não consigo”. Isso vem do diabo. Se você é um cristão, você consegue. Peça a ajuda de Deus e peça a ajuda de líderes e outros cristãos se você estiver achando difícil. Mas não desista da batalha. Lembre-se de I Coríntios 10:13: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” Ouviu isso? “Você podesuportar!” Isso é uma excelente notícia! Não chame Deus de mentiroso. Confie nele e obedeça.

Se você precisa de mais motivação, pense de novo no terrível preço que Jesus pagou para salvar você do pecado. Pense no amor imensurável mostrado por Cristo quando ele morreu por você. Então peça ajuda a Jesus para viver a vida agradando a ele.

[1] Há um sentido no qual uma pessoa não-regenerada não pode mudar. Assim, falamos de “Incapacidade Total”. No entanto, (a) Cristãos não estão nesta posição. Pelo Espírito de Deus, eles podem mudar. E (b) até um incrédulo é responsável por sua incapacidade. Ele “não consegue” porque ele “não vai”, e porque seu “não vou” não pode ser superado, exceto pela graça. Desta forma, até para um incrédulo, o “não consigo” na verdade é um tipo de “não vou”.

Traduzido por: Daniel TC | iPródigo | Texto original aqui

De Faraós, Hitlers e políticos corruptos: as atrocidades sempre dependem da adesão de uns e da omissão de outros.

“Então, ordenou Faraó a todo o seu povo, dizendo: A todos os filhos que nascerem aos hebreus lançareis no Nilo, mas a todas as filhas, deixareis viver” (Êx. 1.22)

“O povo do Egito, porém, temeu a Deus e não fez conforme ordenara Faraó; antes deixaram viver os meninos” (Êx. 1.23)

O versículo 23 não existe. Infelizmente, obedecendo a Faraó, os egípcios passaram a jogar meninos hebreus no rio Nilo. Os egípcios podem ter usado argumentos para justificar tal crueldade: teorias de conspiração (os hebreus querem nos dominar, nos expulsar de nossa própria terra); sentimentos nobres de nacionalismo que ajudavam a vencer a resistência natural ao crime que todo ser humano tem. Afinal, afogar um bebê de propósito é desumano.

Hitler dependeu da adesão dos seus soldados para realizar a campanha sanguinária contra os judeus na Alemanha nazista.

No Brasil, uma denúncia feita pelo procurador regional da República na 5ª Região, Fábio George da Cruz Nóbrega, (Correio da Paraíba, dezembro de 2005) mostra que 500 milhões de reais são desviados anualmente dos cofres públicos do Estado da Paraíba.

Setenta por cento desses recursos eram destinados à educação e à saúde. Em vez de nos esforçarmos para quebrar o ciclo de miséria e do analfabetismo. Com uma educação de qualidade, deixamos as crianças “sem merenda escolar, sem material didático, sem transporte gratuito, sem fardamento, e sem professores bem pagos e estimulados, num processo, por assim dizer de completa negação da cidadania”, desabafa o procurador.

E nós, os brasileiros, toleramos com calma a corrupção e nossos dirigentes. Fazemos muito pouco para punir os autores das canetadas corruptas.

O Cristão pertence a Cristo, não está mais nas mãos do Diabo. Que bom! Mas o Diabo pode nos manter distraídos e, enquanto brigados em nossas igrejas por motivos fúteis, muitas crianças continuam do lado de fora, no frio, rangendo os dentes. Fazemos muito pouco para minimizar os efeitos de inúmeros problemas sociais que afetam as crianças todos os dias.

Há um cântico que diz que a história que será contada no céu não é a mesma que nos é passada pelos livros. Talvez Faraó, Hitler e o juiz Lalau, nem sequer sejam citados! A história no céu será a da trajetória de Deus com os homens e mulheres que praticam a justiça, amam a misericórdia e andam humildemente com ele.

Será que nós faremos parte de algum capítulo? Veremos.

Fonte: Mãos dadas – Revista de apoio -Ed. 15 – Pag. 10

Cinzel de Deus !

Estamos sempre fazendo preces. E se Deus respondesse a uma delas “pessoalmente”? Esse é um vídeo dos “The Skit Guys”, dois amigos que fazem esquetes com mensagens religiosas.

TREINAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR COM CRIANÇAS CARENTES

Nestes próximos dias 28,29 e 30 de janeiro estará sendo realizado um treinamento para missionários facilitadores do PEPE nas Igrejas!

O Evento que será realizado nas Dependências da Convenção Batista Paraibana visa ampliar e estruturar a educação pré-escolar em comunidades evangélicas em locais carentes!

Uma Oportunidade de sua Igreja utilizar uma ferramenta evangelistica, educacional e social de grande alcance! APROVEITE

Quinta-Feira – 28/01/2010- Início as  15:30h

Programação

Implantação do PEPE

Filosofia

Estrutura e Funcionamento

Recursos e Captação de Recursos

Desenvolvimento do Programa: A Igreja – Missionário Facilitador / Auxiliar

Para quem é o PEPE: O Conhecendo a Criança de 4 a 6 anos

Sexta-feira – 29/01/2010 – Inicio as 15:30h

Referencial Curricular e Metodologia de Ensino: 1.Linguagem 1.1Linguagem Oral(conversas,rodas de conversas,hora da novidade, hora da poesia e literatura, transmissão de ordens, entrevistas, a arte de contar historia, sacos de historias, trava línguas.)

O que é Letramento

Eu e minha Identidade

Natureza e Sociedade

Música

Arte Visual (Desenho, Pintura, Modelagem, Recorte,Colagem,Montagem,Construção.)

Educação Religiosa e Valores da Vida

Movimento (Segurança, Aquecimento,Alongamento,Dança,Jogos Socializadores)

Matemática (Educação sensorial, figuras Geométricas,Cores)

Noções Elementares de Matemática

Interdisciplinaridades e Projetos

Rotina

Planejamento

Saúde e Higiene

Sábado – 30/01/2010 – Inicio as 8:30h Término as 17:00h

Oficinas: Recursos de Ensino

Música

Alimentação Alternativa para o Lanche

Movimento

A Arte com Sucata

O Almoço do Sábado é por conta do Participante. ( R$5,00 Restaurante Vizinho )

Hospedagem se necessário – Dormida na Própria Convenção: Trazer Colchão, Lençol, Toalha, etc.

Luzauri Bezerra de Macedo Costa – 9984.1251

Carmelia Rodrigues – 3244.6987

Mais Informações: 3262-0899 CBPB