• Quem somos

    A Convenção Batista Paraibana é uma organização religiosa, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro na Cidade de João Pessoa, Capital do Estado da Paraíba, fundada em 1924, por tempo indeterminado, constituída das igrejas batistas estabelecidas no território do Estado da Paraíba e a ela filiadas.

    A Convenção é a entidade que representa as igrejas batistas na Paraíba a ela afiliadas assessorando-as na obra da evangelização, missões, ação social, educação e literatura cristã.
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    MISSÃO
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    Promover a integração das Igrejas Batistas Paraibanas através da cooperação mútua, auxiliando-as a cumprir sua missão integral, para Expansão do Reino de Deus.
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    VISÃO
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    Ser, até 2014, referencial de Convenção denominacional onde as igrejas arroladas participam plenamente em um único programa missionário estadual efetivo.

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    Executivos:
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    Secretário Geral (Interino):
    Pr. Antônio Morais de Medeiros
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    Secretária da CEM – Evangelismo e Missões:
    Pra. Diana Flávia Cavalcanti
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    Secretário da CETEC – Ed.Teológica:
    Pr. José Sérgio da Cunha
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    Secretária da CAS – Ação Social:
    Profª. Luzauri Bezerra

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    Diretoria:
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    PRESIDENTE:
    Pr. Francimar Gomes Moura
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    1º VICE-PRESIDENTE:
    Pr. Sebastião Tavares
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    2º VICE-PRESIDENTE:
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    1º SECRETÁRIO:
    Pr. Linaldo de Souza Guerra
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    2º SECRETÁRIA:
    Prª Diana Flávia C. A. H. S. Silva
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    3º SECRETÁRIO:
    Pr. José Pires Morais

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    Organizações:
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    OPPB – Odem dos Pastores
    Presidente (Interino):
    Pr. Linaldo de Souza Guerra

    UHB – União de Homens
    Presidente: Dc.Leomax Fernanndes
    Executivo: Dc.Waldemar Monteiro

    UFMB – União Feminina
    Presidente: Ir. Josileide Ferreira
    Executivo: Ir. Solange Monteiro

    JUBAIBA – Juventude Batista da Paraíba
    Presidente: Emanuela Monteiro
    Executivo: Igor Pessoa

O que realmente está por trás do nosso cansaço?

Se você sente que está sempre correndo, pode haver uma causa que você não identificou ainda.

Recentemente participei de uma discussão entre pastores e líderes cujo tópico era o estado de nossas almas.  “Não quero reclamar,” alguém falou (não direi quem foi, mas tenho certeza que não fui eu), “mas eu achava mais fácil buscar uma vida espiritual saudável quando eu não estava no ministério.” Quase todo mundo concordou: nos sentimos apressados, sobrecarregados, exaustos, e muitos vezes desvalorizados.

Não foi a primeira vez que tinha escutado esse papo.  Muitas vezes parece que estamos dizendo que trabalhar no ministério impossibilita vivermos de forma graciosa, como Jesus quer.  Depois de algum tempo é inevitável que surja a pergunta: Por que o envolvimento no “ministério” aparentemente produz pessoas com menos vitalidade espiritual?

Há pouco tempo atrás tomei café da manhã com um amigo cujo pai tem ministrado no meio evangélico por quase cinqüenta anos.  Seu pai lhe disse, “ Bem, filho, precisamos nos encontrar, mas primeiro preciso organizar minha agenda.” Seu filho comentou: “Durante meus trinta e nove anos de vida, meu pai sempre falou sobre o que faríamos quando ele conseguisse organizar sua agenda. Parece que ele realmente acredita que algum dia ele conseguirá organizar sua agenda.  Ele se recusa a falar ou reconhecer a verdadeira razão pela qual sua agenda está fora de controle.”

Lembro-me de um consultor especializado em implantação de igrejas que disse que para implantar uma igreja com sucesso, teríamos que pagar um alto preço.  Teríamos que fazer o que fosse necessário, mesmo que o relacionamento com o cônjuge ou filhos fosse prejudicado.

Ao ouvir aquilo achei (e ainda acho) que esse não deve ser o plano de Deus para o ministério.  Se o propósito do ministério é levar as pessoas a viverem o tipo de vida que agrada a Deus, então como os líderes da igreja podem ser pessoas que abrem mão desse tipo de vida?

Uma verdade profunda

É bem verdade que podemos estar ocupados demais com o ministério por motivos legítimos, porém equivocados. Pensamos estar contribuindo para o reino às nossas próprias custas. Mas, normalmente, a verdade é mais profunda. Eu acredito que no meu caso, e no de muitos outros, o que está por trás dessa sobrecarga do ministério pastoral é uma considerável dose de um pecado sutil: a grandiosidade.

O pecado pode envolver dizer sim quando deveria dizer não. Muitas vezes tem haver com ocupar-me tanto com meu trabalho a ponto de não estar completamente presente na vida da minha esposa ou filhos ou até com Deus. E isso acontece porque não é só o reino que está em jogo, é também minha carreira ou reputação.

Um amigo, que é executivo, me disse que uma das coisas difíceis sobre o envelhecimento era ler sobre outros executivos, mais bem-sucedidos, e constatar que eram mais novos que ele. (“Os artigos sempre mencionam a idade.”) Quando era mais novo, e lia esses artigos, ele pensava, “Quando chegar na idade dele, vou ter alcançado o mesmo sucesso ou até mais.” À medida que envelhecia, o jogo se tornou mais difícil.

O que me impressionou foi que havia feito exatamente a mesma coisa lendo sobre pessoas do meu “ramo”. Acredito que isso não deve ser surpresa. Ernest Becker, no seu clássico “A negação da morte”, escreve que o narcisismo é de fato a “fonte da atividade” humana, que, no fundo é apenas um bom diagnóstico Luterano.

Esse pecado é raramente mencionado hoje em dia. A grandiosidade é tolerada, até a aceitamos, quando não a abraçamos como sendo uma virtude. Para os gregos, Narciso servia como advertência contra o amor-próprio excessivo. Se estivesse vivo hoje em dia, Narciso lançaria vídeos sobre forma física, seria dono de academias de ginástica repletas de espelhos, e estrelaria em seus próprios comerciais para a televisão.

Como pastores ou líderes eclesiásticos, estamos mais propensos a disfarçar a grandiosidade. Não a identificamos como tal, então somos tentados a pensar que já vencemos esta dificuldade, quando na realidade só varremos para debaixo do tapete. Vez por outra ela se manifesta em forma de ressentimento, frustração, ou um sentimento de derrota ou vergonha.

Cristo está sendo formado em mim?

Uma questão central na minha vida atualmente é: O meu envolvimento no ministério está me tornando cada vez mais como Cristo?

É importante entender essa questão claramente. Como o ministério deve afetar a vida do ministro?

Não quero dizer com isso que as pessoas no ministério precisam de mais amenidades. O ministério pode ser inconveniente, cansativo, até perigoso. Não irá necessariamente tornar minha vida mais fácil. Quando Paulo fala de açoites, apedrejamento, naufrágio, nudez e fome, ele não está descrevendo uma vida muito fácil.

Mas o ministério autêntico nunca irá estar em oposição a uma vida de alegria, amor e mansidão.

Essa verdade me ajuda a identificar a grandiosidade no meu trabalho: Se o ministério for feito da forma correta, irá ajudar a formar o caráter de Cristo em mim. Meu envolvimento no ministério (usando ministério no sentido de servir ao corpo de Cristo) precisa ser visto à luz de um estilo de vida que me ajuda a ser transformado. Se isso não está acontecendo, então alguma coisa, em alguma área da minha vida não está dando certo.

Mas o pequeno Salvador da pátria que existe em mim não morre tão fácil. Tem se tornado cada vez mais importante combater a grandiosidade em alguns aspectos do ministério.

Fonte e Leia a continuação do artigo em http://www.willowcreek.org.br/artigo1209.asp

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